segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Bom 2010!


Espero que tenham passado um excelente Natal e que tenham um 2010 muito bom!
Beijinhos
Profª Carla Augusto

Feira do Livro


Sim!!! Somos nós, apesar de não se ver as cabeças! eheheh
Visitámos a Feira do Livro na Biblioteca da nossa Escola.

Troca de prendinhas!




















sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O que eu penso da política...

“O que eu penso da política”

Na minha opinião, a política é muito importante. É uma oportunidade para defendermos os nossos ideais e direitos. Eu considero que, se for bem aproveitado, um cargo político é uma função bastante nobre. Eu oiço muito os meus colegas a falar mal da escola, mas não os vejo interessarem-se por política. A política é uma de apresentar propostas em relação aquilo que não gostamos. As pessoas gostam dos “Gato Fedorento”, que acaba por ser um programa político e social com um toque do humor. Quando for maior tenho intenções de ser eleitor consciente e assíduo.

João Batista

O meu animal de estimação

O meu animal de estimação


Olá, eu tenho eu cão que se chama Dinky, têm 15 anos na vida humana, nasceu no dia: 17 de Dezembro de 1994, a sua raça é indeterminada, pesa 8kg e o seu pelo é todo preto, têm olhos pretos e também têm o céu da boca preto e as orelhas por dentro também são. Ele é muito divertido, fazemos corridas os dois, ele salta e quando eu estou a comer ele fica a olhar para mim com uns olhinhos mesmos fofinhos, para eu lhe dar um bocadinho do que estou a comer.
Quando eu era bebé e dormia no meu carrinho ele ponha-se aos meus pés e tratava de me proteger para ver se ninguém me fazia mal, quando eu chorava, ele começava a ladrar e a correr para ir chamar alguém.
Ainda hoje, quando me vê ele começa a ladrar e a saltar para cima de mim e dá muitas lambidelas. Ele também é muito inteligente quando quer ir a rua ele diz rua, quando quer um biscoito ele diz uii e também diz não. Mas ele já está muito velhinho e já têm os dentes abanar, já tem alguns pelinhos brancos no seu focinho.
Quando eu estou triste ou chateada com alguém, ele e que me houve. As vezes os animais conseguem sentir com muita facilidade o que se passa entre
Mas tenho muita sorte em ter um cão assim, para já por ter sido do meu avó que faleceu e me deixou uma bela recordação, pois um cão como aquele não há.



Esta imagem era quando eu ainda tinha os meus 4 aninhos e este é o meu cão que me tem acompanhado a minha vida ate aos dias de hoje por isso já é muito velhinho.


Joana Gouveia Nº8






Os meus animais de estimação.



O meu gato chama-se Riscas. É um “Mau Egípcio”, é cinzento, com riscas pretas, a barriga é branca com manchas pretas mas não muito escuras, tem os olhos esverdeados, e tem 5 meses.
Ele é muito brincalhão, umas vezes corre de um lado para o outro, outras vezes passa o dia a dormir. Quando está muito irrequieto, porta-se mal, arranha, morde, salta para cima da mesa, das cadeiras, e á duas noites atrás, dormiu em cima da tábua de engomar. Ele também gosta de jogar futebol, nós mandamos a bola, ele vai atrás dela, e chuta a bola para nós. E também gosta muito de comer, gosta da ração, mas adora fiambre.

A minha tartaruga chama-se Sebastião e come que se farta. Assim que chegamos a casa fica toda agitada e começa a dar ás patas para chamar á atenção e só fica quieta quando nós lhe damos de comer.
O meu pai comprou-lhe um aquário pequenino e fez-lhe uma espécie de ilha, para ela não estar sempre na água. Então, às vezes, ela pendura-se na ponta e começa a balançar.



Raquel Santos




O Meu Animal de Estimação

O meu animal de estimação é uma cadela Cocker Spaniel Inglês chamada Nina. Ela é linda, tem um pêlo dourado. Adora brincar com bolas. Gosta de toda a espécie de comida, em especial de biscoitos, que ela própria pede (em linguagem canina, é claro) quando sabe que se porta bem. Não é muito sociável quando não conhece as pessoas, mas após os primeiros contactos fica muito meiga e brincalhona. Detesta barulhos, especialmente de motas, assusta-se facilmente e não gosta que estranhos a cumprimentem.


Pedro Serralheiro

Eu tive um animal chamado Tico, ele era gordo, e muito preguiçoso, ele era muito mansinho, não fazia nada, era um gato gordo, que nem limpava o papo, siamês de raça pura pelo brilhante, e cinzento, com uns bigodes grandes. Era muito mimado dava pata a toda a gente, tinha 4 anos quanto desapareceu, foi roubado.

Andreia
A História não é muito fácil de contar mas já tive dois cães para além deste, um desapareceu, o outro morreu, este é o terceiro. E porque é que isto acontece, porque o meu pai não sabe tratar de cães, grita com eles, “esgana-os”. Enfim para ele um cão só serve para guardar a casa, para ele é como se fosse um objecto.
Eu gostava de ter um chihuhua ou um São Bernardo, mas ele diz que eu não sei tratar deles, ele é que não sabe. Eu acarinho-os, ele trata deles como um objecto.
Ele chama-se Champion (abreviado Champ) tem um ano, gosta muito de brincar e de guloseimas.

Bruno teixeira



O meu cão chama-se Dominic e a raça dele é Pitbull, ele é muito bonito a sua pele e a cor dele é castanho claro e branco, às vezes quando quer brincar começa-nos a chatear para brincar com ele. Ele só come a sua ração, mas mesmo assim é muito guloso porque quando cai alguma comida no chão, ele devora tudo num instante. Ele ainda só tem cinco meses e já é muito grande para a sua idade.
Sérgio Figueiredo

Concurso de Leitura

O vencedor do "Concurso de Leitura do 8º B"
do mês de Novembro é...


TIAGO SANTOS!!!


Parabéns!

Profª Carla Augusto

sábado, 24 de outubro de 2009

Sobre o discurso do Presidente Obama

Análise ao discurso do Presidente dos E.U.A aos alunos

A mensagem que o presidente dos E.U.A. quer passar é que defenissemos um objectivo. Afinal, qual o sentido de estarmos mais de 12 anos a estudar sem que queiramos exercer uma influencia nacional ou quem sabe mundial?
Afinal, queremos ser iguais a toda a gente ou fazer a diferença, lutar pelos nossos ideais mostrando os nossos interesses.
Para antigirmos os nossos objectivos.
Ter uma profissão em que ajudemos os outros é uma maneira de nos completarmos física e emocionalmente.
Devíamos ter um primeiro-ministro que nos incentivasse a estudar. E que não pensasse que a escola que a escola é uma maneira de os pais manterem os filhos ocupados. A Educação é algo sério que não devia servir só para os pais poderem estar em casa à vontade.
Chegou a altura de Sócrates perceber que a Educação é o futuro do pais. Mas não é estranho, sabendo a maneira controversa com que o primeiro ministro realizou os seus estudos.

João Batista

Mensagem do Presidente Obama aos alunos da América

Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.
Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extras, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã.A ideia de me levantar àquela hora não me agradava por aí além. Adormeci muitas vezes sentado à mesa da cozinha. Mas quando eu me queixava a minha mãe respondia-me: "Olha que isto para mim também não é pêra doce, meu malandro..."Tenho consciência de que alguns de vocês ainda estão a adaptar-se ao regresso às aulas, mas hoje estou aqui porque tenho um assunto importante a discutir convosco. Quero falar convosco da vossa educação e daquilo que se espera de vocês neste novo ano escolar.Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem.No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona.Talvez tenham a capacidade de ser bons escritores - suficientemente bons para escreverem livros ou artigos para jornais -, mas se não fizerem o trabalho de Inglês podem nunca vir a sabê-lo. Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores - quem sabe capazes de criar o próximo iPhone ou um novo medicamento ou vacina -, mas se não fizerem o projecto de Ciências podem não vir a percebê-lo. Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo Tribunal, mas se não participarem nos debates dos clubes da vossa escola podem nunca vir a sabê-lo.No entanto, escolham o que escolherem fazer com a vossa vida, garanto-vos que não será possível a não ser que estudem. Querem ser médicos, professores ou polícias? Querem ser enfermeiros, arquitectos, advogados ou militares? Para qualquer dessas carreiras é preciso ter estudos. Não podem deixar a escola e esperar arranjar um bom emprego. Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso.E não é só para as vossas vidas e para o vosso futuro que isto é importante. O que vocês fizerem com os vossos estudos vai decidir nada mais nada menos que o futuro do nosso país. Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro.Vão precisar dos conhecimentos e das competências que se aprendem e desenvolvem nas ciências e na matemática para curar doenças como o cancro e a sida e para desenvolver novas tecnologias energéticas que protejam o ambiente. Vão precisar da penetração e do sentido crítico que se desenvolvem na história e nas ciências sociais para que deixe de haver pobres e sem-abrigo, para combater o crime e a discriminação e para tornar o nosso país mais justo e mais livre. Vão precisar da criatividade e do engenho que se desenvolvem em todas as disciplinas para criar novas empresas que criem novos empregos e desenvolvam a economia.Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem - se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país.Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola. Tenho consciência de que muitos têm dificuldades na vossa vida que dificultam a tarefa de se concentrarem nos estudos. Percebo isso, e sei do que estou a falar. O meu pai deixou a nossa família quando eu tinha dois anos e eu fui criado só pela minha mãe, que teve muitas vezes dificuldade em pagar as contas e nem sempre nos conseguia dar as coisas que os outros miúdos tinham. Tive muitas vezes pena de não ter um pai na minha vida. Senti-me sozinho e tive a impressão que não me adaptava, e por isso nem sempre conseguia concentrar-me nos estudos como devia. E a minha vida podia muito bem ter dado para o torto.Mas tive sorte. Tive muitas segundas oportunidades e consegui ir para a faculdade, estudar Direito e realizar os meus sonhos. A minha mulher, a nossa primeira-dama, Michelle Obama, tem uma história parecida com a minha. Nem o pai nem a mãe dela estudaram e não eram ricos. No entanto, trabalharam muito, e ela própria trabalhou muito para poder frequentar as melhores escolas do nosso país.Alguns de vocês podem não ter tido estas oportunidades. Talvez não haja nas vossas vidas adultos capazes de vos dar o apoio de que precisam. Quem sabe se não há alguém desempregado e o dinheiro não chega. Pode ser que vivam num bairro pouco seguro ou os vossos amigos queiram levar-vos a fazer coisas que vocês sabem que não estão bem.Apesar de tudo isso, as circunstâncias da vossa vida - o vosso aspecto, o sítio onde nasceram, o dinheiro que têm, os problemas da vossa família - não são desculpa para não fazerem os vossos trabalhos nem para se portarem mal. Não são desculpa para responderem mal aos vossos professores, para faltarem às aulas ou para desistirem de estudar. Não são desculpa para não estudarem.A vossa vida actual não vai determinar forçosamente aquilo que vão ser no futuro. Ninguém escreve o vosso destino por vocês. Aqui, nos Estados Unidos, somos nós que decidimos o nosso destino. Somos nós que fazemos o nosso futuro.E é isso que os jovens como vocês fazem todos os dias em todo o país. Jovens como Jazmin Perez, de Roma, no Texas. Quando a Jazmin foi para a escola não falava inglês. Na terra dela não havia praticamente ninguém que tivesse andado na faculdade, e o mesmo acontecia com os pais dela. No entanto, ela estudou muito, teve boas notas, ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Brown, e actualmente está a estudar Saúde Pública.Estou a pensar ainda em Andoni Schultz, de Los Altos, na Califórnia, que aos três anos descobriu que tinha um tumor cerebral. Teve de fazer imensos tratamentos e operações, uma delas que lhe afectou a memória, e por isso teve de estudar muito mais - centenas de horas a mais - que os outros. No entanto, nunca perdeu nenhum ano e agora entrou na faculdade.E também há o caso da Shantell Steve, da minha cidade, Chicago, no Illinois. Embora tenha saltado de família adoptiva para família adoptiva nos bairros mais degradados, conseguiu arranjar emprego num centro de saúde, organizou um programa para afastar os jovens dos gangues e está prestes a acabar a escola secundária com notas excelentes e a entrar para a faculdade.A Jazmin, o Andoni e a Shantell não são diferentes de vocês. Enfrentaram dificuldades como as vossas. Mas não desistiram. Decidiram assumir a responsabilidade pelos seus estudos e esforçaram-se por alcançar objectivos. E eu espero que vocês façam o mesmo.É por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar. O vosso objectivo pode ser apenas fazer os trabalhos de casa, prestar atenção às aulas ou ler todos os dias algumas páginas de um livro. Também podem decidir participar numa actividade extracurricular, ou fazer trabalho voluntário na vossa comunidade. Talvez decidam defender miúdos que são vítimas de discriminação, por serem quem são ou pelo seu aspecto, por acreditarem, como eu acredito, que todas as crianças merecem um ambiente seguro em que possam estudar. Ou pode ser que decidam cuidar de vocês mesmos para aprenderem melhor. E é nesse sentido que espero que lavem muitas vezes as mãos e que não vão às aulas se estiverem doentes, para evitarmos que haja muitas pessoas a apanhar gripe neste Outono e neste Inverno.Mas decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente. Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar - que o vosso caminho para o sucesso passa pelo rap, pelo basquetebol ou por serem estrelas de reality shows -, mas a verdade é que isso é muito pouco provável. A verdade é que o sucesso é muito difícil. Não vão gostar de todas as disciplinas nem de todos os professores. Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira.No entanto, isso pouco importa. Algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo são as que sofreram mais fracassos. O primeiro livro do Harry Potter, de J. K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos ao longo da sua carreira. No entanto, uma vez disse: "Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E foi por isso que fui bem-sucedido."Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam - temos de permitir que eles nos ensinem as suas lições. Temos de deixar que nos mostrem o que devemos fazer de maneira diferente quando voltamos a tentar. Não é por nos metermos num sarilho que somos desordeiros. Isso só quer dizer que temos de fazer um esforço maior por nos comportarmos bem. Não é por termos uma má nota que somos estúpidos. Essa nota só quer dizer que temos de estudar mais.Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho. Não entramos para a primeira equipa da universidade a primeira vez que praticamos um desporto. Não acertamos em todas as notas a primeira vez que cantamos uma canção. Temos de praticar. O mesmo acontece com o trabalho da escola. É possível que tenham de fazer um problema de Matemática várias vezes até acertarem, ou de ler muitas vezes um texto até o perceberem, ou de fazer um esquema várias vezes antes de poderem entregá-lo.Não tenham medo de fazer perguntas. Não tenham medo de pedir ajuda quando precisarem. Eu todos os dias o faço. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, é um sinal de força. Mostra que temos coragem de admitir que não sabemos e de aprender coisas novas. Procurem um adulto em quem confiem - um pai, um avô ou um professor ou treinador - e peçam-lhe que vos ajude.E mesmo quando estiverem em dificuldades, mesmo quando se sentirem desencorajados e vos parecer que as outras pessoas vos abandonaram - nunca desistam de vocês mesmos. Quando desistirem de vocês mesmos é do vosso país que estão a desistir.A história da América não é a história dos que desistiram quando as coisas se tornaram difíceis. É a das pessoas que continuaram, que insistiram, que se esforçaram mais, que amavam demasiado o seu país para não darem o seu melhor.É a história dos estudantes que há 250 anos estavam onde vocês estão agora e fizeram uma revolução e fundaram este país. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 75 anos e ultrapassaram uma depressão e ganharam uma guerra mundial, lutaram pelos direitos civis e puseram um homem na Lua. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 20 anos e fundaram a Google, o Twitter e o Facebook e mudaram a maneira como comunicamos uns com os outros.Por isso hoje quero perguntar-vos qual é o contributo que pretendem fazer. Quais são os problemas que tencionam resolver? Que descobertas pretendem fazer? Quando daqui a 20 ou a 50 ou a 100 anos um presidente vier aqui falar, que vai dizer que vocês fizeram pelo vosso país?As vossas famílias, os vossos professores e eu estamos a fazer tudo o que podemos para assegurar que vocês têm a educação de que precisam para responder a estas perguntas. Estou a trabalhar duramente para equipar as vossas salas de aulas e pagar os vossos livros, o vosso equipamento e os computadores de que vocês precisam para estudar. E por isso espero que trabalhem a sério este ano, que se esforcem o mais possível em tudo o que fizerem. Espero grandes coisas de todos vocês. Não nos desapontem. Não desapontem as vossas famílias e o vosso país. Façam-nos sentir orgulho em vocês. Tenho a certeza que são capazes.


Jornal “I”
COMENTÁRIOS:
Barack Obama, antes de as aulas começarem, anunciou e desejou o seguinte: “desejo a todos um bom ano escolar e dar as boas vindas Barack Obama disse também que tinham de ter mais cuidado neste Outono e neste inverno e que se os alunos tivessem doentes para não irem à escola para os outros não ficarem doentes também, nesse discurso referiu que teve de estudar para chegar onde chegou, e que os pais não eram ricos para ser um bom aluno mas sim teve vontade e com isso oportunidades mesmo com a sua infância difícil teve progressos

Andreia Rodrigues

Diogo

João Silva

1-Nome: João Silva
2-Idade: 14 anos
3- Data de nascimento: 19/07/1995
4- Nacionalidade: Português
5- Escola: EB 2,3 António de Ataíde
6-cor dos cabelos: castanho aloirado
7-cor dos olhos: Castanhos
8-cores favoritas: preto cinzento e branco
9-A minha comida favorita: esparguete a bolonhesa
10-Displina favorita: Inglês
11-O meu actor favorito: Adam Sandler
12-Musica favorita: animal i have become
13-A Banda favorita: Green Day
14-Cantor favorito: James Morrison
15-Programas favoritos: Naruto e D- Ex sports
16- Filme preferido: Naruto – Laços
17-Livro Preferido: estranhas sombras
18- Desportista favorito: Matt Hofman
19-desporto que pratica: skate
20-Desporto favorito: Skate
21-O que faço nos tempos livres: computador e skate
22-Paises que gostava de conhecer: América do Norte e Noruega
23-qualidades e defeitos: sensível e chato
24- E-mail: jpdsilva11@hotmail.com
25-blog- não tenho
26-hi5- não tenho
27- o meu ídolo: John Lennon
28- Melhores amigos: Edgar, Pedro, David
29-O meu escritor favorito: Straczynski
30- Meu clube favorito: Sporting!!!

Novo ano lectivo

Neste ano lectivo vamos dar continuidade ao nosso blogue.
Somos agora do 8ºB e a turma está diferente. Alguns alunos do ano passado já não são desta turma e vieram três alunos novos: a Andreia, o João Silva e o Diogo.
Um bom ano lectivo para todos!

terça-feira, 5 de maio de 2009

A porta

Eu, a porta sou vista em muitos sítios, mas nunca me dão o devido valor.
Eu sofro muito!... Mesmo! Todas as pessoas têm a mania de me fecharem com tanta força, que o meu lindo corpo de madeira estremece todo, quando estam enervadas.
E quando as rapariguinhas me cobrem com as caras dos famosos. Quer dizer a minha linda madeira, fica por baixo de carinhas com base. Eu não as entendo… sinceramente…
Ou quando as pessoas pregam nas minhas costas cabides, molduras ou outras coisinhas, eu nessas alturas fico com umas dores do piorio. Fogo! Queria ver se fosse com elas.
Ah! Já para não falar que algumas pessoas gostam de me bater e dar murros. Ai se eu pudesse… Se querem dar murros e pontapés comprem um saco de boxe, então devem pensar o quê!... Que a minha lindíssima madeira aguenta tudo, não­!?
Bom só quero deixar um pedido: Eu existo e muitos outros objectos existem, por isso, não nos culpem de todos os males do mundo.



Sónia Cruz

Histórias

O chapéu-de-chuva constipado

Um dia estava eu na loja pronto para ser vendido quando começou a chover.
Na loja tinha o aquecedor ligado por isso quando fui para a rua constipei-me… o meu dono ouvia espirrar e pensava que era ele que estava constipado… ele ate foi á farmácia pedir comprimidos para a constipação!
Como ele não estava constipado, os comprimidos fizeram o efeito contrário…
Como ele estava constipado ele não saia de casa e eu não ia para a rua …
Quando o meu dono ficou melhor já era verão e já não chovia por isso ia me por no lixo e eu gritei:
- Não, não me ponhas no lixo por favor!...
Ele ficou espantado por eu ter falado.
- Mas… tu és um chapéu-de-chuva falante?
- Sim, sou mágico – respondi eu – também era eu que estava constipado!
Continuámos a falar e ele decidiu não me por no lixo! Claro que eu fiquei contente!
Ele como não me deitou fora ficou um grande amigo meu, até me levava para a praia
E ficamos juntos e felizes para sempre até eu me partir!


Fim


Trabalho elaborado por:

LEANDRA GOMES
DINIS FRANCO

Cantando ao Luar

Cantando ao Luar

Estou eu a ver um lindo luar,
quando me dizem que é só uma projecção.
Fico triste, mas começo a cantar
de uma maneira que parece uma verdadeira canção.


BRUNO TEIXEIRA

Sonhos

É muito importante ter um sonho. A partir dele é que seguimos certos caminhos. E no final ele pode-nos fazer voar ou por e simplesmente chorar.
Quem tem um sonho sabe pelo que vai lutar. Mas também sabe que pode ganhar ou perder.
Hoje em dia, é preciso ter um sonho para entrar na faculdade, porque, caso contrário, acontece a como muitos outros, ou seja, vai-se directament para o desemprego.
Quem tem sucesso na sua profissão é porque tinha um sonho e lutou com todas as suas forças por uma vida melhor.
Eu acho que tem-se sempre de sublinhar uma coisa, é que um sonho pode-se tornar num pesadelo.
E é esta a minha opinião sobre os sonho!




Tiago Santos

Histórias

O mendigo

Ontem, enquanto caminhava junto ao rio, encontrei um mendigo.
Não tinha comer, não tinha vestuário e estava muito sozinho.
Enquanto eu caminhava junto ao rio, o mendigo dirigiu-se a mim pedindo comer e um pouco de roupa para se aquecer.
Naquele momento eu não sabia o que faze, pois não tinha nada para lhe oferecer.
Continuei a caminhar, sempre a pensar como eu o haveria de ajudá-lo.
Quando cheguei a casa procurei coisas que não me fizessem falta como por exemplo roupa, cobertores, alguns utensílios e também preparei algo para comer.
Meti tudo dentro do saco e fui junto ao rio para lhe entregar as coisas que ele mais necessitava.
O mendigo ao ver-me chegar reparou logo que eu o poderia ajudar.
Foi então que veio ter comigo para ver o que eu por ali fazia; Deixando-me de rodeios, eu disse que estava ali para lhe dar algumas coisas que eu achava que ele pudesse precisar e que já não me faziam falta.

Mal eu lhe disse aquilo, veio-me uma lágrima aos olhos, porque ao ver a felicidade na cara por eu lhe dar uma meia dúzia de coisas que para muita gente não é nada.
O mendigo logo a seguir chegou-se perto de mim dando-me um, abraço muito forte e dizendo que nunca vai conseguir agradecer, tudo aquilo que fiz por ele.
Hoje, parecendo que não, foi o dia em que me senti mais feliz porque ajudei umas pessoas que têm dificuldades.

Raquel Moreira
Ana
Daniela

terça-feira, 28 de abril de 2009

A importância do SONHO

É com os sonhos que crescemos, pois podemos sonhar o que queremos ser na vida, e com eles poderemos discutir com nós mesmos sobre o que queremos ser no nosso futuro.
Por exemplo, quando uma pessoa tem um sonho que o consegue realizar, é óptimo para essa pessoa, pois assim fica feliz com o que faz.
Agora quando uma pessoa não faz o que sonha, fica completamente destroçada. E hoje em dia é quase sempre o que acontece, porque há muita crise. Há muita gente, que quer, por exemplo, trabalhar numa fábrica e não consegue, porque essa está falida. E em vez de fazer isso, é desempregada e até pode chegar a ser mendigo.

Bruno Teixeira Nº4 7ºB
O Sonho

Um sonho é o que nos faz lutar muitas vezes pelas coisas que queremos, devido a sonharmos com coisas boas, que muitas vezes gostaríamos que acontecessem.
Sonhando faz-nos pensar quando acordamos, porque pensamos logo no que seria se isso acontecesse,e no que teríamos de fazer para isso acontecer.
Por isso, sonhar é importante porque dá-nos vontade de que esse sonho seja real e para isso acontecer tem que se trabalhar para isso.
Trabalhando evoluimos, logo conquistando os nossos sonhos evoluímos sempre para melhor.

João Macedo


Os sonhos

Os sonhos são o que comanda a vida, e, como Sebastião da Gama diz, cheguemos lá ou não, os sonhos dêem resultado ou não, os sonhos valem sempre a pena.
Sem sonhos não se vai a lado algum. Há que definir um objectivo de vida.
Sem esse objectivo de vida o que faremos? Qual a nossa razão de existir? Porque viemos ao mundo?
Será que há alguém ignorante o suficiente para não querer ter uma utilidade, fazer os outros felizes, inovar é uma é uma boa expressão para o descrever.
Se existir alguém assim, na minha opinião, não estando a julgá-lo, é apenas um pobre de espírito. Defino como objectivo de vida.

João Batista
O sonho da vida humana é poder crer que nos da motivação para uma vida melhor, se não crermos não vivemos é por esses sonhos o nosso mundo melhora ou piora dependendo da ideia de cada um.
Por vezes, nem o chegamos a ter por falta de inspiração, por excesso de brincadeira ou porque não houve hipótese e cada um tem a sua sorte ou azar.
Por outras tentamos e tentamos mas nunca conseguimos, porque não fomos longe nos estudos ou porque alguém nos fez a “folha” e “roubou-nos o lugar, que é o sonho de uma vida inteira por isso não brinquem ou não deixem de ser enganados, estudem por uma vida melhor.
André Penas

quinta-feira, 16 de abril de 2009

A amizade

Amizade


A Amizade é uma coisa linda
De se ver e viver…
Mas nem sempre
A sabemos escolher…

Quando a amizade é verdadeira
É capaz de durar uma vida inteira,
Que nunca se esquece
E no nosso coração permanece…

Raquel Amorim dos Santos nº 19 7º B



Gostei, Raquel! Continua a escrever!!!
Profª Carla Augusto

O amor

O Amor

O amor é coisa maravilhosa
Viver sem amor não é viver
Tirar as pétalas a uma rosa
É fazer a rosa sofrer.

Amar a Deus sobre todas as coisas
É mandamento da lei de Deus
Amar família é amigos
São sentimentos meus.

Os animais não ponho de parte
Tenho uma cadela chamada Nina
Que por amor ou arte
Me acompanha até ao virar da esquina.



Trabalho realizado por:
Pedro Marques Serralheiro nº18 7ºB





Excelente poema, Pedro! Continua a escrever!
Profª Carla Augusto

A escola de antigamente

Quando me foi pedido que realizasse uma entrevista a um familiar sobre o seu tempo de escola, pensei imediatamente no meu avô. No entanto, o contacto pessoal com o meu avô foi impossível por se encontrar hospitalizado. Apesar de tudo e ao saber deste meu trabalho mandou-me por escrito o seguinte relato:




“Como era a escola no tempo do meu avô”


Na minha aldeia havia duas escolas: uma para rapazes e outra para raparigas. As raparigas tinham uma professora muito boa pessoa e que era adorada por todas as alunas. Os rapazes eram menos felizes, pois o professor era muito mau, castigava com reguadas, puxava as orelhas e até batia dando bofetadas em alguns alunos. No entanto, os alunos deste professor quando iam a exame eram, regra geral, bem sucedidos. Apesar da disciplina e respeito que havia naquele tempo pelo professor, tínhamos dias muito felizes. Os professores juntavam as turmas de rapazes e raparigas e íamos para o campo fazer visitas de estudo, brincando, lanchando, enfim era uma alegria!...
Naquela altura os professores não eram substituídos com facilidade, estavam muitos anos, quase até à reforma, na mesma escola. Tenho saudades do meu professor da chamada Instrução Primária. Sempre que eu ia à minha aldeia já depois de ser homem e já casado, procurava sempre o meu velho professor e passávamos horas a conversar no café recordando os bons e maus momentos vividos na escola, que naquela altura era bem difícil. Não havia transportes nem caminhos capazes; o avô andava 5 km a pé para a escola. (5 km para cada lado).
Como podes calcular não era fácil.



Foi este o testemunho do meu avô.




Trabalho realizado por:

Pedro Marques Serralheiro nº18 7ºB
Gostei muito! Agradece por mim a colaboração do teu avô e votos de rápidas melhoras.
Profª Carla Augusto