Eu sempre fui o tipo de miúda que escondia o rosto.
Com medo de dizer ao mundo o que tinha para dizer.
Todas as crianças têm um sonho, eu não sou excepção, por isso vou sonhando, por vezes alto.
Sabes como é?
Sentir que estás no escuro, sonhar com uma vida melhor sem problemas por perto.
Embora isso pareça estar demasiado longe de ti.
Eu tenho que acreditar em mim, é o único modo de me sentir feliz.
Quem eu serei? Só depende de mim!
Todas as minhas possibilidades não têm fim.
Que eu veja, não há nada que eu não possa fazer.
Sim, eu acredito.
Vou fazer o que quiser do futuro, se me conseguir tornar alguém, e souber que a escolha é minha.
Sempre que acho que estou mais perto de ser alguém, perco as forças.
Do que significa saber apenas quem eu sou?
Acho que finalmente encontrei um lugar para ficar.
Mas parece que ninguém me entende.
Preciso de chegar onde quero chegar.
Não encontro as palavras certas para dizer o que sinto, passo todo o meu tempo presa no passado.
Na escola, dizem que uma boa menina deve ser silenciosa e que nunca deve perguntar porque.
Pois assim não te vais integrar.
E devias ficar feliz, animada mesmo que tenhas sido só convidada pelo o grupinho dos “MARRÕES” da escola.
Quando cheguei à turma do 6ºA, para mim era tudo novo, não conhecia ninguém a excepção da pessoa com quem estou agora, Vasile.
Passado algum tempo, comecei a dar-me bem com o pessoal da turma, principalmente com a Bia.
Ela para mim é a minha mais que tudo, confio nela como confio em quatro paredes.
Quando chegou ao final do Ano Lectivo do 6ºA, todos choraram, mas para que chorar?
Não adiantava, íamos estar juntos no próximo Ano Lectivo, pensamos nós.
Mal sabíamos que os Profes iam mudar nos de turma.
Tudo mudou quando vim para a nova turma, senti-me rejeitada, para complicar ainda mais, era a turma da minha irmã.
Ainda hoje não me dou com as pessoas da turma do 7ºB, a excepção de quatro pessoas, Ana, Raquel Moreira, Tatiana e Sónia.
Isso perturba-me imenso.
A vida é mesmo assim, uns ganham outros perdem, é o dilema da vida.
Tal e qual como e o nome do meu trabalho “A VIDA NÃO E UMA FICÇÃO.”
Todos nós vivemos os problemas com a maior realidade que existe.
Ambos sabemos que todos nós o que vivemos não é ficção não são apenas uma novela, o que sofremos e real.
Um dia olhei à minha volta e disse: “O mundo parece de brincar!”
E uma voz sábia me respondeu: “Pois é menina, esse teu pensamento não passa de uma ilusão, a vida é real!”
Até hoje não esqueço isso.
Essas palavras vagueiam na minha cabeça o tempo todo.
Hoje em dia, todas as pessoas sofrem por pessoas perdida, os anos passam e o sofrimento e a dor cada vez é maior, mas a vida continua.
Não podemos ficar presos no passado apesar de eu saber faço-o diariamente.
Raquel toma atenção, o que vou dizer é para ti e para quem já perdeu um ente querido, eu sei que perdeste a tua mamã e não há maior dor do que perder a mãe, o pai, o avô e avó.
Mas eu estarei aqui para o que precisas.
Eu perdi a minha prima, que tinha apenas três anos.
A minha dor continua intacta, porque eu acompanhava sempre a todas as consultas e via a sofrer, era horrível ver uma bebe a ser espetada por uma agulha quase “meio metro” entre aspas.
Mas o que vivi era real.
Hoje penso e sonho com a minha vida, e sei que se não for feliz nesta vida serei noutra!
Um Beijo Enorme Desta Aluna Que Sonha Com Um Mundo Melhor!
JOANA MENDES
Com medo de dizer ao mundo o que tinha para dizer.
Todas as crianças têm um sonho, eu não sou excepção, por isso vou sonhando, por vezes alto.
Sabes como é?
Sentir que estás no escuro, sonhar com uma vida melhor sem problemas por perto.
Embora isso pareça estar demasiado longe de ti.
Eu tenho que acreditar em mim, é o único modo de me sentir feliz.
Quem eu serei? Só depende de mim!
Todas as minhas possibilidades não têm fim.
Que eu veja, não há nada que eu não possa fazer.
Sim, eu acredito.
Vou fazer o que quiser do futuro, se me conseguir tornar alguém, e souber que a escolha é minha.
Sempre que acho que estou mais perto de ser alguém, perco as forças.
Do que significa saber apenas quem eu sou?
Acho que finalmente encontrei um lugar para ficar.
Mas parece que ninguém me entende.
Preciso de chegar onde quero chegar.
Não encontro as palavras certas para dizer o que sinto, passo todo o meu tempo presa no passado.
Na escola, dizem que uma boa menina deve ser silenciosa e que nunca deve perguntar porque.
Pois assim não te vais integrar.
E devias ficar feliz, animada mesmo que tenhas sido só convidada pelo o grupinho dos “MARRÕES” da escola.
Quando cheguei à turma do 6ºA, para mim era tudo novo, não conhecia ninguém a excepção da pessoa com quem estou agora, Vasile.
Passado algum tempo, comecei a dar-me bem com o pessoal da turma, principalmente com a Bia.
Ela para mim é a minha mais que tudo, confio nela como confio em quatro paredes.
Quando chegou ao final do Ano Lectivo do 6ºA, todos choraram, mas para que chorar?
Não adiantava, íamos estar juntos no próximo Ano Lectivo, pensamos nós.
Mal sabíamos que os Profes iam mudar nos de turma.
Tudo mudou quando vim para a nova turma, senti-me rejeitada, para complicar ainda mais, era a turma da minha irmã.
Ainda hoje não me dou com as pessoas da turma do 7ºB, a excepção de quatro pessoas, Ana, Raquel Moreira, Tatiana e Sónia.
Isso perturba-me imenso.
A vida é mesmo assim, uns ganham outros perdem, é o dilema da vida.
Tal e qual como e o nome do meu trabalho “A VIDA NÃO E UMA FICÇÃO.”
Todos nós vivemos os problemas com a maior realidade que existe.
Ambos sabemos que todos nós o que vivemos não é ficção não são apenas uma novela, o que sofremos e real.
Um dia olhei à minha volta e disse: “O mundo parece de brincar!”
E uma voz sábia me respondeu: “Pois é menina, esse teu pensamento não passa de uma ilusão, a vida é real!”
Até hoje não esqueço isso.
Essas palavras vagueiam na minha cabeça o tempo todo.
Hoje em dia, todas as pessoas sofrem por pessoas perdida, os anos passam e o sofrimento e a dor cada vez é maior, mas a vida continua.
Não podemos ficar presos no passado apesar de eu saber faço-o diariamente.
Raquel toma atenção, o que vou dizer é para ti e para quem já perdeu um ente querido, eu sei que perdeste a tua mamã e não há maior dor do que perder a mãe, o pai, o avô e avó.
Mas eu estarei aqui para o que precisas.
Eu perdi a minha prima, que tinha apenas três anos.
A minha dor continua intacta, porque eu acompanhava sempre a todas as consultas e via a sofrer, era horrível ver uma bebe a ser espetada por uma agulha quase “meio metro” entre aspas.
Mas o que vivi era real.
Hoje penso e sonho com a minha vida, e sei que se não for feliz nesta vida serei noutra!
Um Beijo Enorme Desta Aluna Que Sonha Com Um Mundo Melhor!
JOANA MENDES


está simplesmente lindo. parabéns joana pelo teu trabalho. tens de fazer mais textos para a stora carla meter no blog!!!
ResponderEliminarass: joão batista
Já dizia o ditado " quem não sente, não filho de boa gente"
ResponderEliminarTou sem palavras!... Espectacular, quem abre assim o coração não é gago de certeza.
Joaninha espero que continues a maravilhar-nos com as tua vivências emocionais.
Malam
Palavras para quê? Espectacular! Tenho que admitir que está muito "fixe"! Lindo.
ResponderEliminarAss:Hugo
simplesmente bonito.
ResponderEliminarContinua assim, ainda nos vais supreender, escrevendo um livro!
Beijinho doce pa menina mais fofa que conheci, muito querida essa menina que aparenta ser o que é, mas no fundo nao é...simplesmente amiga dos amigos!
claro sdo pode ter sido a minha prima querida a fazer isto adorote bue o teu primo querido................joao costa
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